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Familiares de Joângelo Martin promovem mobilização pela condenação do suspeito do crime

por: Claudio Froemming
Data: 19/05/2017 | 12:17
Foto: Claudio Froemming / divulgação:  A morte do jovem empresário Joângelo Martin terá o primeiro julgamento no próximo dia 31 no Fórum de Santa Cruz do Sul
: A morte do jovem empresário Joângelo Martin terá o primeiro julgamento no próximo dia 31 no Fórum de Santa Cruz do Sul

As duas irmãs do falecido Joângelo Martin, assassinado ano passado em um dos seus eventos no Salão Paroquial, estão fazendo uma campanha na internet e na comunidade passo-sobradense e região, para mobilizar um grande número de pessoas para acompanhar o julgamento do suspeito da morte do jovem empresário, que encontra-se preso.
O julgamento está marcado para às 9h30min do dia 31 de maio no Fórum de Santa Cruz do Sul. Catiara e Catiussa Martin estão a frente da campanha e disponibilizam camisetas para o dia do Júri. 'A quem interessar, estamos vendendo a um valor simbólico de R$ 15,00 cada peça, que clama por justiça. Agradecemos a todos que estão compartilhando nosso evento e peço que continuem, pois quanto maior a mobilização da comunidade, menor a chance deste crime ficar impune', destacou Catiara.
'O que tem me movido até agora é a busca pela condenação do indivíduo, enquadrando-o em todos os agravantes, uma vez que matar alguém de um modo tão cruel, não pode ser tão simples assim', relatou a outra irmã, Catiussa.
Ela ainda desabafa ao comentar a dor da perda e falar do envolvimento comunitário de Joângelo Martin. 'Do meu irmão, arrancaram a vida. Do assassino, a perda da liberdade, mesmo que não seja perpétua, é o mínimo que se exige a um indivíduo que não sabe conviver em sociedade. Este assassino, não ficará impune. É por esse motivo que me levantei do chão do Paroquial, por isso que sigo, já que o meu irmão não pensava só nele, pensava nos outros, e é nessa luta que minha família e eu estamos', frisa.
Ela reitera que a família não se acomodará, 'pois não quero que outras famílias passem pelo desespero do trauma e da ausência em que estamos imersos. Espero que a comunidade nos ajude nessa luta por justiça. Outros Beertins, Joangelos, não podem continuar perdendo a vida", lamentou a irmã Catiussa.