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Evento promovido pelo HSSM discutiu práticas de humanização na saúde

por: Juliana Bencke
Data: 13/09/2018 | 19:00
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Pequenas ações que fazem a diferença no atendimento a pacientes e familiares de pessoas hospitalizadas foram evidenciadas, na tarde de ontem, durante o 1º Encontro da Humanização na Saúde. O evento, promovido pelo Grupo de Humanização do Hospital São Sebastião Mártir (HSSM), reuniu cerca de 70 pessoas, entre profissionais da instituição e demais interessados no tema, no auditório do Colégio Bom Jesus Nossa Senhora Aparecida.

Entre as palestras que integraram a programação estiveram a da assistente social Ana Paula Bittencout Pereira e da enfermeira Elaine Ferreira Heissler, coordenadora de Hotelaria do HSSM. As profissionais abordaram vivências e efeitos da humanização na casa de saúde.

Foto: Juliana Bencke / Folha do MateAna Paula e Elaine abordaram ações do Grupo de Humanização do HSSM
Ana Paula e Elaine abordaram ações do Grupo de Humanização do HSSM

Entre as experiências que têm sido reforçadas, na instituição, estão desde o estímulo à redução de ruídos, no ambiente hospitalar, até orientações aos familiares no momento da alta do paciente e a aplicação da pesquisa de satisfação dos serviços.

As ações são encabeçadas pelo Grupo de Trabalho de Humanização, com encontros semanais, e incluem atividades voltadas à equipe. 'Nas pesquisas de satisfação, vemos que os elogios são muito mais constantes do que as reclamações, e buscamos repassá-los aos setores e aos profissionais', comenta Ana Paula, que preside o Grupo de Humanização.

Para Elaine, colocar-se no lugar do outro é fundamental para um atendimento humanizado, independentemente se o profissional atua na enfermagem, na hotelaria ou na higienização. 'É importante termos sensibilidade. Quando falamos em cuidados paliativos, queremos oferecer qualidade de vida enquanto houver possibilidade de o paciente viver', enfatiza. 'Trabalhar com humanização é trabalhar com amor, com o nosso coração', sintetiza Ana Paula.