Folha no Ar Terra
Opinião

A declaração de bens dos candidatos

por: Sérgio Klafke
Data: 18/08/2018 | 01:10

Foto: Divulgação / TSEEleitores vão às urnas no domingo, 7 de outubro, para escolher Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado estadual
Eleitores vão às urnas no domingo, 7 de outubro, para escolher Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado estadual

Ao registrar candidaturas na Justiça Eleitoral, os candidatos precisam fazer declaração de bens. Os números tem sido um prato cheio pra grande mídia. Alvo da Lava Jato, o senador de Roraima, Romero Jucá, líder do Governo Temer, declarou bens de R$ 194 mil, 80% menor que o declarado em 2010.
Por outro lado o candidato a Presidente, João Amoêdo, que foi banqueiro e criou o partido Novo, declarou R$ 425 milhões. Henrique Meireles, candidato do MDB, que foi banqueiro também, declarou R$ 377 milhões. São os dois tubarões.
Entre os não banqueiros os mais ricos são João Goulart Filho, que declarou bens de R$ 8,5 milhões, Lula com R$ 7,9 milhões e Eymael com R$ 6,1 milhões. Os demais candidatos tem patrimônio bem menor. Álvaro Dias R$ 2,8 milhões, Bolsonaro R$ 2,2 milhões, Ciro R$ 1,6 milhão, Alckmin R$ 1,3 milhão. Os mais pobres são Marina Silva com R$ 118 mil, Vera Lúcia com R$ 20 mil e Guilherme Boulos com R$ 15,4 mil.

Candidatos a governador
Na declaração dos sete candidatos ao Palácio Piratini, o candidato do Novo, Matheus Bandeira, também é o mais rico, com declaração de bens de R$ 25 milhões. Entre os demais, Rossetto tem R$ 1,5 milhão, Jairo Jorge R$ 1,3 milhão, Sartori R$ 1,2 milhão,
Os mais pobres são Robaina com R$ 210 mil, Júlio Flores com R$ 60 mil e Eduardo Leite coim R$ 32 mil declarados.

Nossos candidatos a deputado
Os seis candidatos a deputado em Venâncio também constam no TSE, que oferece comparativos patrimoniais de campanhas passadas. Celso Kramer é o único milionário. Conforme registro do TSE, passou de R$ 2 milhões declarados na eleição de 2016, quando se elegeu vice-prefeito, para R$ 3.127 milhões em 2018, quando concorre novamente a deputado.
Os outros candidatos tiveram pequena variação de patrimônio. Airton Artus declarou R$ 596 mil e na eleição anterior, para prefeito em 2012, tinha R$ 522 mil. Vinícius Medeiros declarou R$ 379 mil e na anterior, para prefeito em 2016, tinha R$ 346 mil. De Dianefer Berté não constam bens declarados no TSE. Nilson Lehmen declarou bens de R$ 140 mil e na eleição de prefeito em 2012 tinha declarado R$ 68 mil. Acemar da Silva, o Zequinha, candidato a federal pelo PPS, tem declarados R$ 115 mil nos registros do TSE.
O limite de gastos na campanha é de R$ 70 milhões para presidente, no primeiro turno e mais R$ 35 milhões no segundo turno; R$ 9,1 milhões para governador no RS, no primeiro turno, mais R$ 4,5 milhões no segundo turno; R$ 3,5milhões para senador; R$ 2,5 milhões para deputado federal; e R$ 1 milhão para deputado estadual.

Nome                       Profissão               Partido      Nº             Bens
Airton Artus             Médico                   PDT         12012        R$ 596 mil
Celso Kramer          Agricultor               PTB         14014        R$ 3,127 milhões
Dianefer Berté         Assistente Social   PT           13100        Nada declarado
Vinícius Medeiros   Advogado               PSDB      45000       R$ 379 mil
Acemar da Silva     Aposentado            PPS         2322        R$ 115 mil
Nilson Lehmen       Advogado               PMDB     1551         R$ 140 mil

 

Novos líderes

por: Sérgio Klafke
Data: 18/08/2018 | 01:09

Nas minhas andanças por eventos e agendas pela Folha percebo que está acontecendo uma mudança de ciclo de lideranças regionais. Telmo Kirst (Progressistas) e Sergio Moares (PTB) foram deputados durante os últimos 40 anos pela região e lideraram a bancada do tabaco em Brasília. Heitor Schuch (PSB) chegou no mandato passado a federal e dois nomes de Venâncio ganham espaço neste contexto de lideranças regionais; o ex-prefeito Airton Artus (PDT), que também foi presidente da Câmara Setorial do Tabaco e que concorre a deputado estadual na próxima eleição, e o prefeito Giovane Wickert (PSB), um jovem ainda na política, que também constrói conceito regional de liderança rapidamente.

 

Foi acordo

por: Sérgio Klafke
Data: 18/08/2018 | 01:07

Retratação do vereador Eduardo Kappel (Progressistas) ao ex-prefeito Airton Artus (PDT) na tribuna da Câmara sobre o déficit do orçamento de 2017, foi um acordo feito entre as partes na justiça, esclarece o parlamentar. Ontem citei como determinação da justiça.

 
PERFIL

Sérgio Klafke


Diretor de Conteúdo da Folha do Mate, com formação em Ciências Econômicas e registro de jornalista profissional provisionado, tem a vida de trabalho toda ligada ao jornal. Iniciou em julho de 1973, com 12 anos, quando a Folha do Mate tinha nove meses de circulação, como entregador de jornal. Nestes já 40 anos de Folha, atuou em todos os setores. Foi repórter, contato publicitário, diagramador, editor, coordenador comercial e diretor. Como colunista político nas últimas décadas, centra suas ações em palavras de apoio à todas as boas iniciativas e de cobrança àquilo que entende não estar correto.

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