Folha no Ar Terra

Notas

por: Sérgio Klafke
Data: 16/02/2019 | 01:04

* Prefeito Giovane Wickert (PSB), que está curtindo duas semanas de férias com a família e reassume o gabinete na terça, 18, se manifesta sobre a questão Havan. Wickert esteve na sede da empresa em Brusque buscando a instalação de uma unidade da rede em Venâncio. Mas ele reitera que a instalação de Centro de Compras da Havan em Santa Cruz e Lajeado, tem mais foco no fluxo urbano destas cidades e que o projeto que está propondo para instalação da Havan em Venâncio é na RSC-287, tendo como foco os milhares de veículos que vão e vem todos os dias pelo centro do estado.
Muito boa estratégia. Mas o Sindicato dos Comerciários em Santa Cruz, que quer a Havan, desde que não abra aos domingos e feriados, é o mesmo, comandado faz décadas por Afonso Schwengber, militante do PSTU, um dos partidos mais radicais da esquerda no Brasil.

* Governo Bolsonaro apresenta projeto da reforma da Previdência. Aposentadoria aos 65 anos para homens e 62 Anos para mulheres. O Ministro Paulo Guedes defendia igualdade para homens e mulheres, em 65 anos. O tempo de transição é de 12 anos.
Hoje vigora a reforma de Temer que determina 65 para homens e 60 anos para mulher no trabalho urbano. No rural 60 para homens e 55 para mulheres. Em todas situações com pelo menos 15 anos de contribuição. E transição de 20 anos.

* Presidente da Assembleia Luís Augusto Lara (PTB) liderou comitiva de deputados estaduais que foi ao STF na quinta-feira cobrar posição sobre o ressarcimento da Lei Kandir aos estados, que a União se nega a pagar. Dias Toffoli garantiu que a União tem que pagar a diferença das isenções de ICMS nas exportações. O RS deve R$ 67 bilhões para a União e tem R$ 59 bilhões em créditos da Lei Kandir a receber. Lara é defensor do encontro de contas. A divida do RS baixaria para R$ 8 bilhões. Reduziria 90%.

* O Ministério da Saúde revelou nesta semana que todas as 8.517 vagas do Mais Médicos deixadas por cubanos no fim do ano passado, depois do PT ter perdido a eleição, já estão preenchidas por médicos brasileiros. Para as 1.397 vagas em aberto, em 667 municípios, se credenciaram 3.828 médicos brasileiros formados no exterior. Com isso Bolsonaro tira a máscara de Dilma que foi buscar milhares de médicos em Cuba alegando que aqui não tinha. Era mentira. O programa era ideológico.

* Imprensa do centro do país destaca que a jornalista Maria Júlia Coutinho, a moça que dá a previsão do tempo na Globo desde 2013, será a primeira negra na bancada do Jornal Nacional. Ela estreia neste sábado. Pra mim, Maju, como é chamada, não chega à bancada do principal programa jornalístico da TV brasileira por ser negra, mas por ser competente.

* Hoje às 9h inauguramos a nova escola Centro de Ensino de Línguas Fisk, na rua 13 de Maio entre Osvaldo Aranha e Júlio. Um sonho de vida da esposa Márcia, professora com licenciatura Português/Inglês, especialização em Oxford, na Inglaterra, e gestora de empresa com MBA pela Unisc. Em meio à crise, investimos em educação.

 

Fabiano Daitx

por: Sérgio Klafke
Data: 16/02/2019 | 01:02

E o Avenida faz história. Considerado até poucos anos "timinho" na região, onde Santa Cruz, Guarani e Lajeadense disputavam o Gauchão, o "periquito" hoje é o único representante da região dos Vales no Gauchão. Na quarta venceu o Guarani de Campinas por 1x0 em Santa Cruz pela Copa do Brasil e passou de fase. O Avenida levou R$ 470 mil pelo jogo e garante mais R$ 540 mil pelo jogo contra o Corinthians na segunda fase, no Itaquerão. Entra R$ 1 milhão. Pelo Gauchão a cota recebida é de R$ 1,3 milhão. Dias mágicos.
Méritos para Jair Eich que está há 16 anos a frente do clube e nas últimas temporadas tem em Fabiano Daitx o técnico que fez o Avenida crescer como time. Admiro as equipes determinadas e ofensivas de Daitx, desde que vi ele, desconhecido, com o Guarani de Camaquã fazer um 4x0 no nosso Guarani com uma aula de futebol no Edmundo Feix. Depois Daitx veio para o Edmundo Feix, onde fez bons trabalhos na Segundona e quase levou o rubro-negro ao Gauchão em 2015. Agora no Avenida, se consagra. A campanha vai ser um trampolim para clubes maiores para Daitx. Podem anotar. Eu, por exemplo, trocaria Daitx por Odair Hellmann, que tem muita conversa e pouca objetividade no Inter, onde não se vê nada de inteligência tática. É no "vamo que vamo".

Esportivas

* E o Grêmio vai recheando seu plantel, que já é um dos mais qualificados do país. Vende Jael para o Japão e traz Diego Tardelli como reforço, para um time que já está em alto nível. O Inter ainda tenta achar titulares. A diferença na dupla é gritante neste início de temporada.
* No Gauchão o Grêmio joga domingo às 17h em Pelotas contra o Brrasil e o Inter às 19h no Beira Rio contra o Caxias.

 

Do Twitter

por: Sérgio Klafke
Data: 16/02/2019 | 01:01

* Estadão: Quem não presta socorro e prefere filmar acidente pode responder criminalmente, dizem advogados.

* Folha S. Paulo: Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra a apresentar o Jornal Nacional, da Globo.

* Exame: Bolsonaro: oferecemos asilo aos médicos cubanos que queiram ficar no País.

* Rossano Gonçalves: O Banrisul teve mais um ano de lucro bilionário, mesmo assim, o governo entende que tem que mudar a diretoria. Assume um carioca no lugar de um gaúcho. O RJ exportando para cá mais um notável. Todos sabemos como está a situação do RJ. Mas...

* Cristian Deves: O dia que Caixa Federal, Banrisul Petrobras patrocinarem Escolas Públicas e Hospitais, ao invés de times futebol, ai sim eu vou poder dizer que a prioridade do Brasil é Educacao e Saúde. Enquanto isso ainda moro no País do futebol....e nada mais.

* Cleber Benvegnú: Podem escrever: na reforma da previdência, quem vai estar ao lado dos salários mais altos e dos privilégios é o PT. Discursam para os pobres, mas trabalham para a elite estatal.

 
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PERFIL

Sérgio Klafke


Diretor de Conteúdo da Folha do Mate, com formação em Ciências Econômicas e registro de jornalista profissional provisionado, tem a vida de trabalho toda ligada ao jornal. Iniciou em julho de 1973, com 12 anos, quando a Folha do Mate tinha nove meses de circulação, como entregador de jornal. Nestes já 40 anos de Folha, atuou em todos os setores. Foi repórter, contato publicitário, diagramador, editor, coordenador comercial e diretor. Como colunista político nas últimas décadas, centra suas ações em palavras de apoio à todas as boas iniciativas e de cobrança àquilo que entende não estar correto.

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